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22/Junho/2018

Café Produtivo do APL MMeA mostra como o desperdício pode matar uma empresa

Doutor em Engenharia de Produção pela Marquette University (EUA), Ademar Galelli aborda riscos e soluções para negócios, sexta-feira (29), das 7h30 às 9h30, na CIC de Caxias do Sul

Pesquisador da qualidade na indústria desde a década de 1980, o professor da Universidade de Caxias do Sul (UCS) nos programas de Pós-Graduação em Administração e Engenharia de Produção, Ademar Galelli, afirma que o mundo experimentou imenso avanço na disciplina durante o período. Só não pode dizer o mesmo do Brasil. Conforme o doutor em Engenharia de Produção pela Marquette University (EUA), o país tem sérias dificuldades em fazer o dever de casa. E é dos riscos e consequências desta postura - que precisa mudar urgentemente, ressalta - que trata a palestra Como o desperdício pode matar uma empresa, que Galelli profere na edição de junho do Café Produtivo do Arranjo Produtivo Local Metal Mecânico e Automotivo (APL MMeA). O encontro, com valor de ingresso especial para associados do APL MMeA, será dia 29 (sexta-feira), das 7h30 às 9h30, no Restaurante Sica do subsolo da Câmara de Indústria Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul.

Galelli aponta casos de companhias nacionais onde o índice de retrabalho chega a 20% e o de erros orbita entre os 6% e 7%. Uma enormidade, considerando-se que o valor ideal, diante da impossibilidade de zero absoluto, deve ficar na ordem de uma dízima centesimal.

“1% já é um exagero. Se parece pouco enquanto estatística, imagine se entre todos os milhões de voos comerciais que decolam diariamente em todo o mundo, 1% fosse passível de erro. Se ainda parece pouco, imagine que nesta parcela estivesse o seu avião. Vai fazer diferença a estatística?”, ilustra o químico industrial e mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Outro exemplo utilizado pelo palestrante é o do custo social da violência no trânsito. Em função de erros múltiplos e sucessivos para os quais já existem soluções conhecidas e facilmente aplicáveis, o número de vítimas feridas ou mortas nas ruas e estradas do país a cada ano supera alguns dos piores cenários de guerra do planeta. 

“Assim como o uso do cinto de segurança ou a decisão de não dirigir sob efeito de bebida podem salvar uma vida, a redução do desperdício também pode salvar uma empresa. As ferramentas são conhecidas e acessíveis. Falta é constância de propósito para implementá-las nas empresas. A maioria faz a coisa certa durante um tempo, mas depois desiste, achando que não vale a pena. Só que esquecem que hoje não se pode mais repassar o custo do erro para o cliente. Então, vamos apresentar algumas alternativas para mudar esta prática”, conclui Galelli.

Os encontros mensais promovidos pelo APL MMeA buscam oportunizar um ambiente que contribua para a troca de experiências entre associados e entidades parceiras que constituem a entidade, além de estimular o networking e a geração de negócios. Também permite aos associados acompanhar as ações do APL e conhecer mais sobre os benefícios da associação.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 3218.8022 e apl@aplmmea.org.br

 

SERVIÇO

Café Produtivo – Juntos construindo soluções

Palestra: Como o desperdício pode matar uma empresa, com Ademar Galelli

 

Quando: 29 de junho, sexta-feira

Horário: das 7h30 às 9h30

Local: Restaurante Sica, no subsolo da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul (Rua Ítalo Victor Bersani, 1134 - Bairro Jardim América)

Ingresso: R$ 20 (associados APL MMeA) e R$ 30 (não-associados)

Informações: (54) 3218.8022 e apl@aplmmea.org.br

INSCREVA-SE PELO LINK: https://goo.gl/3kmrNT

O evento tem patrocínio Ouro de Caixa Econômica Federal; patrocínio Prata de Vilage Marcas e Patentes, TOTVS e Vensis Sistemas de Informação

 

Sobre APL MMeA

O APL MMeA tem como finalidades fomentar e estimular o desenvolvimento principalmente das micro e pequenas empresas da região. Com sede junto à CIC, o APL volta-se às empresas do segmento metalmecânico e automotivo da Serra gaúcha. Por meio de projetos desenvolvidos pelos parceiros que compõem o Arranjo, são promovidas iniciativas visando a atender aos interesses e às necessidades da cadeia produtiva.

Região de abrangência: Bento Gonçalves, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Cotiporã, Fagundes Varela, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Prata, Nova Roma do Sul, São Marcos, Vacaria, Vale Real, Veranópolis, Vila Flores e Vista Alegre do Prata.

 


 

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